Tuesday, December 30, 2008



Num quarto vazio com a cama feita de suspiros, luz dançarina ao sabor do vento, vagueiam os pensamentos de um pobre ser, apaixonado.
À janela de todo o misterio escondido no tempo, embaciam-se as personagem da história, perdem-se nos recantos da memória os actores deste romance.
Passagens pesadas, passos marcados na calçada das memórias, lavada pela água sagrada caida dos céus, inundam os vidros da minha visão.
Levanto-me lentamente, caminho pelos ruidos pesados deste cubiculo gélido até ao altar do descanso sagrado.
Fecho os olhos, deixo-me levar nas asas do sonho,voou até ao paraiso da esperança.
Respiro fundo, sinto a brisa, tao calmo, tao seguro, deixo-me cair, invadir pelo ar consumido e descanso na esperança de um novo amanha.

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